Estresse pós-traumático

Esse transtorno ocorre quando a pessoa foi exposta a um evento traumático que lhe causou uma experiência psicológica estressante ou de incapacidade. Os sintomas incluem pesadelos, sentimentos de raiva, irritabilidade, cansaço emocional, isolamento, entre outros. E, geralmente, ocorrem quando a pessoa revive o evento traumático. A pessoa procura evitar situações ou atividades que a fazem se lembrar do que causou o trauma.

Temos experiências com 100% de efetividade e neutralização dos sintomas de eventos como: vítimas de roubos, sequestro, abusos sexuais, acidentes graves, vítimas de violência, traumas diversos, etc.

Nos tratamentos da Expert Life, detectamos e tratamos a causa raiz das memórias traumáticas ou dolorosas que ocasionam doenças ou transtornos mentais de fundo emocional. O tratamento do Estresse Pós-Traumático se dá através da Terapia de Memória Celular® – Exclusiva da Expert Life (mais eficaz e duas vezes mais rápida que a Hipnose Clínica com transe hipnótico**).

E para aumentar a eficiência do tratamento, quando necessário, fazemos uma inspeção final das causas da ansiedade relacionada ao Estresse Pós-Traumático através da Hipnose Clínica com transe hipnótico.

A Expert Life conta com Terapias e Métodos exclusivos e extremamente avançados, além de hipnoterapeutas altamente capacitados.

Os tratamentos da Expert Life são livres de medicamentos ou métodos invasivos e não causam danos ou riscos à saúde.

** Baseado em nossa experiência clínica e na comparação da média de resposta e assertividade nos tratamentos efetuados com a Terapia de Memória Celular®, Hipnose Clínica com transe hipnótico e Hipnoterapia com transe hipnótico.

De que forma a Hipnose Clínica pode tratar o estresse pós-traumático, ocasionado por eventos traumáticos como, por exemplo, um abuso sexual? A Neurociência explica:

Quando somos expostos a um ou mais eventos traumáticos, dolorosos ou malsucedidos, podemos desenvolver medo, repulsa, tristeza, culpa e diversos outros sentimentos, graças a um mecanismo de proteção e luta por sobrevivência que existe em nosso cérebro.

Em um primeiro momento, nos parece difícil compreender o porquê de muitos de nossos comportamentos. Nos dá a impressão de não termos controle de muitas de nossas ações cotidianas. Muitas vezes por sentir medo, desistimos de enfrentar uma situação que até então conseguíamos realizar, passamos a nos sentirmos tristes diante de uma situação que até então era neutra, ou prometemos para nós mesmos que não iremos discutir com determinada pessoa, e na situação real “explodimos”. A grande verdade é que quanto mais estudamos Neurociência, mais tomamos ciência de que não possuímos livre arbítrio, ou seja, não temos o controle racional de 100% das nossas ações comportamentais.

Sendo assim, nos perguntamos: O que controla as nossas ações então? A resposta é simples e fácil de ser compreendida. Para tanto, é preciso nos remetermos a esse mecanismo de sobrevivência existente no cérebro.

Em toda e qualquer situação que iremos vivenciar, a parte racional do cérebro utiliza os sentidos (visão, olfato, temperatura, etc.) para analisar o entorno, as condições envolvidas, etc. O cérebro processa a informação dos sentidos e avalia possíveis riscos e condições envolvidas. Rapidamente, através do inconsciente, o cérebro acessa os bancos de memória e verifica as emoções e condições envolvidas em passagens que possam se assemelhar ao que iremos viver. Caso eu tenha experiências bem-sucedidas em minha vida pregressa, eu me manterei calmo e confiante para enfrentar o que estará por vir. Entretanto se existir passagens dolorosas, traumáticas o cérebro fará com que eu tente evitar viver uma situação parecida novamente.

Para facilitar a compreensão desse mecanismo, vale nos utilizarmos de um exemplo. Suponhamos que eu vá palestrar para cem pessoas. Meu cérebro verifica o auditório, os espectadores, avalia os riscos, o meu preparo e vasculha as minhas memórias para verificar situações semelhantes. Digamos que com sete anos de idade eu tenha me exposto em público pela primeira vez, em uma chamada oral, por exemplo. Caso eu tenha estudado, tenha conseguido falar bem, me mantive calmo e fui bem-sucedido, o cérebro verifica as emoções envolvidas naquele evento e libera a mesma neuroquímica cerebral. Ou seja, recria a mesma condição química da época, me mantendo calmo, tranquilo e confiante na palestra atual. Todavia, se eu fui malsucedido aos sete anos, tive taquicardia, sudorese, minha memória falhou, gaguejei, etc., o cérebro recria a química da época fazendo com que hoje eu tenha taquicardia, sudorese, ansiedade e tente evitar reviver uma situação semelhante. Em outras palavras, se eu fui bem-sucedido, meu cérebro quer que eu vivencie a mesma experiência novamente. Caso eu tenha sido malsucedido, meu cérebro tentará evitar a mesma situação com todas as forças. Obviamente, eu mencionei apenas um exemplo de uma passagem na vida, contudo o cérebro verifica todas as memórias que pontuam o comportamental da situação que iremos enfrentar. E quanto mais insegurança eu tiver, ou quanto mais tristezas, dores emocionais eu tiver no passado, mais difícil será eu enfrentar a situação que irei experimentar.

Em resumo, as minhas experiências pregressas (contidas em minhas memórias) pontuam e direcionam meu cérebro para criar meus comportamentos atuais. Fazendo com que eu tenha gatilhos automáticos e imediatos para direcionar minhas ações e emoções.

Sendo assim, imagine que eu sofri abuso sexual em algum período da minha vida, sendo exposto a um evento traumático que me causou uma experiência psicológica estressante ou de incapacidade. Como explicado acima, posso desenvolver medo, dor, repulsa e diversos outros sentimentos em relação ao sexo. Posso ter a minha autoconfiança ou a minha segurança pessoal abalada. Posso perder a confiança nas pessoas ou em parentes próximos que “deveriam ter me protegido”, mas não o fizeram. Posso sentir culpa, tristeza, posso evitar o sexo oposto, posso ganhar peso e ser negligente com minha aparência física, tudo para tentar evitar vivenciar novamente aquele evento traumático novamente.

A Hipnose Clinica pode ser extremamente útil de duas formas:

1 – Primeiro fazendo com que o paciente relembre os fatos ocorridos. Em alguns casos, a vítima cria uma amnésia para se proteger do sofrimento. Fazendo com que, racionalmente, não se recorde do evento traumático e das condições vividas no mesmo. Entretanto, o inconsciente que controla esse mecanismo de defesa do cérebro, continua tendo acesso às memórias traumáticas e as emoções vividas.

Ou melhor, no dia a dia não me recordo do abuso. No entanto, quando vou fazer sexo, posso não me sentir bem ao tentar fazê-lo e passar a ter dor, medo ou repulsa, mesmo sem saber o porquê. Isso pelo fato do inconsciente ter acesso às memórias e liberar a mesma configuração química cerebral do evento traumático, criando mecanismos que me façam evitar sofrer novamente.

Ao inspecionarmos o medo ou dor, por exemplo, em relação ao ato sexual através da Hipnose Clínica, fazemos a mesma leitura através do inconsciente dos bancos de memória e das emoções envolvidas, criando uma hipermnésia (fenômeno da memória no qual lembranças que não eram recordadas no cotidiano são evocadas com vivacidade e exatidão).

Porém, após a hipermnésia passam a existir dois grandes problemas. O primeiro é que ao passar a relembrar racionalmente as lembranças traumáticas, o paciente passa a sofrer muito mais, pois a amnésia que o “protegia”, deixa de existir. O segundo, e infinitamente mais grave, é o fato do paciente reviver as cenas traumáticas de forma vívida e realista, liberando a mesma condição neuroquímica do evento traumático. E isso é um grande problema, porque o cérebro passa a acreditar que reviveu tudo novamente. Sendo assim, quando utilizamos a hipnose para reviver um evento traumático, duplicamos a resposta ao trauma, sem conseguir prever os desdobramentos futuros na psique do paciente. Se a pessoa sofreu um abuso, o cérebro passa a acreditar que foram dois (ele revive as mesmas condições novamente, somatizando tudo de novo).

Em face disso, exímios hipnoterapeutas, sabem que tem a obrigação de tratar o trauma imediatamente, revertendo e aniquilando o processo somático na psique do paciente. Seria extrema negligência interromper a sessão ou passar a tratar o trauma com outras formas de terapia que não resolvam o trauma de imediato. Portanto, nos tratamentos da Expert Life, sempre iremos resolver o evento traumático de imediato, fazendo com que o paciente saia da consulta com a questão solucionada.

2 – A segunda e mais importante contribuição da Hipnose Clinica é, de fato, resolver o trauma. E isso é possível alterando as memórias emocionais, fazendo com que o cérebro passe a acreditar que o evento traumático nunca tenha existido de fato. Dessa forma, quando o inconsciente for verificar passagens que remetam ao abuso sexual, não conseguirá mais encontrar. Vale ressaltar que as memórias racionais ainda irão lembrar do ocorrido, só que não sentirá mais nenhuma emoção ligada ao evento traumático.

Por que a Hipnose Clínica é tão diferenciada das demais psicoterapias no tratamento de um trauma ou abuso?

Vale ressaltar que através do racional não seria possível acessar memórias esquecidas (no caso de amnésia). Portanto, se faz necessário o uso da hipnose para acessar novamente e tratar os eventos traumáticos. O fator mais importante é o fato de ser extremamente lento e difícil tratar questões emocionais através da conversa racional. Isso porque, conforme supracitei, não temos livre arbítrio, ou seja, não escolhemos de forma racional de agir. Sempre seremos guiados por nosso mecanismo de sobrevivência e este só pode ser alterado e corrigido via inconsciente, ou seja, só é acessível e tratado de forma eficiente através da Hipnose Clínica.

Nós da Expert Life somos especialistas em emoções humanas e possuímos profundo conhecimento. Nos mantemos atualizados de forma constante em Hipnose Clínica, Hipnoterapia, Psicoterapias, Psicopatologia, Fisiologia e Metabolismo cerebral, Neuroquímica e Neurociência. O Hipnoterapeuta Dr. Helvecio Guasti Junior, Ph.D em Hipnoterapia criou a Terapia de Memória Celular® (Uma das Terapias mais avançadas do mundo no campo da Hipnose Clínica). É uma terapia ultrabreve (em média duas vezes mais rápida que a Hipnose Clínica convencional) e uma das terapias mais avançadas do mundo por se tratar de Hipnose Clínica sem Transe (não necessita de indução de transe hipnótico). Nessa terapia são eliminadas tristezas, culpas, frustrações, medos, fobias, inseguranças, etc. – tratando ansiedade, depressão, transtorno de pânico, fobias, compulsões, dentre outros transtornos.

Você é único assim como as suas emoções!
E é extremamente importante e especial para nós.
Saiba que será um grande prazer cuidar de você!

Helvecio Guasti Junior

Certificados

  • Associação Nacional dos Terapeutas
  • Milton Erickson Foundation
  • Hypnosis Training Academy
  • Hypnosis Training Academy Gold Member
  • Dr. Alberto Lopes
  • NLP University
  • NLP Comprehensive
  • The International Society of Hypnosis