Depressão

Depressão é a maior causa de incapacitação no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde)

Os casos de depressão aumentaram quase 20% na última década, transformando-se na maior causa de incapacidade no mundo, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em março de 2017.

Atualmente, a depressão afeta 340 milhões de pessoas em todo o mundo. Isso significa que uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida já apresentou ou apresentará quadro depressivo. Segundo a OMS, essa deve se tornar a principal doença nos próximos vinte anos.

Mas o que é depressão? A depressão é um distúrbio emocional hoje reconhecido como doença. Segundo as modificações no Código Internacional de Doenças (DSM-V), é caracterizada por dois ou mais destes sintomas: sentir-se triste, vazio ou sem esperança; acentuada diminuição do prazer ou do interesse em todas ou quase todas as atividades; perda ou ganho de peso acentuado sem estar em dieta; insônia ou hipersonia; fadiga e perda de energia; sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada; capacidade diminuída para pensar ou concentrar-se; indecisão; pensamentos de morte recorrentes (não apenas medo de morrer); ideação e volição suicida.

A depressão, além da tristeza, também pode provocar sentimento de culpa, frustração ou falta de autoestima; transtornos do sono ou de apetite; sensação de cansaço e falta de concentração. Nos casos mais graves, pode levar ao suicídio.

Quase 800.000 pessoas se suicidam por ano no mundo, o que equivale a um suicídio a cada quatro segundos. E a relação com a depressão é clara.

A queda da produtividade e doenças vinculadas à depressão têm um alto custo global, que a OMS calcula em um trilhão de dólares por ano.

Nos países mais desenvolvidos, quase metade das pessoas com depressão não foi diagnosticada e nem recebe, portanto, tratamento.

Esse número chega a atingir entre 80% e 90% dos casos nas nações menos desenvolvidas, segundo a organização da ONU dedicada à saúde.

 

O que causa a Depressão?

É a concomitância de três fatores que se retroalimentam e fazem a manutenção desse transtorno:

1 – Fator físico-químico: Há uma alteração química no cérebro de quem sofre de depressão, onde os neurotransmissores não são produzidos de maneira satisfatória. Entre eles estão a serotonina, noradrenalina e dopamina, que são substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

2 – Fator emocional: Quem sofre de depressão viveu experiências dolorosas, frustrantes ou malsucedidas em sua vida que, comumente, geram sentimento de tristeza, culpa, frustração e irritabilidade.

3 – Fator comportamental: Quem sofre de depressão tende a alterar seu comportamental, promovendo um afastamento social, deixando de fazer o que traz satisfação ou prazer e desenvolvendo padrões de fuga. Em suma, se afasta de pessoas, hobbies, responsabilidades, deixando de ter uma vida produtiva e feliz.

Em um transtorno depressivo esses três fatores se tornam uma constante e se retroalimentam fortalecendo a depressão e dificultando que o paciente consiga se curar sem ajuda.

 

Por que a Hipnose Clínica é tão diferenciada das demais psicoterapias no tratamento da depressão?

O cérebro humano possui um mecanismo complexo voltado à preservação da espécie, que faz com que evitemos reincidir em situações traumáticas, dolorosas ou malsucedidas.

Esse mecanismo envolve o córtex cerebral (camada mais externa do cérebro responsável pela memória racional, atenção, consciência, linguagem, percepção), o sistema límbico (camada abaixo do córtex responsável pelas emoções e comportamentos sociais), a interação dessas duas áreas e os bancos de memória racional (hipocampo) e emocional (amígdala).

E como funciona esse mecanismo de proteção e luta por sobrevivência que existe em nosso cérebro?

Em toda e qualquer situação que iremos vivenciar, a parte racional do cérebro utiliza os sentidos (visão, olfato, temperatura, etc.) para analisar o entorno, as condições envolvidas, etc. O cérebro processa a informação dos sentidos e avalia possíveis riscos e condições envolvidas. Rapidamente, através do inconsciente, o cérebro acessa os bancos de memória e verifica as emoções e condições envolvidas em passagens que possam se assemelhar ao que iremos viver. Caso eu tenha experiências bem-sucedidas em minha vida pregressa, eu me manterei calmo e confiante para enfrentar o que estará por vir. Entretanto se existirem passagens dolorosas e traumáticas, o cérebro fará com que eu tente evitar viver uma situação parecida novamente.

Para facilitar a compreensão desse mecanismo, vale nos utilizarmos de um exemplo. Suponhamos que eu perdi um ente querido. E que esse familiar ficou acamado em um hospital e sofreu muito antes de falecer. Todas as vezes que eu tomar ciência de que alguém ficou doente ou que precisará ser hospitalizado, meu cérebro compara o hoje com as memórias vividas no passado com o ente falecido. Imediatamente gera as mesmas emoções vividas no passado e no período posterior a morte. Fazendo com que hoje eu possa sentir tristeza, desespero, culpa, medo, etc.

Portanto, quanto maior o número de vivências dolorosas no meu passado, maior as chances de meu cérebro comparar com o que vivo hoje e passar a gerar sentimentos e sensações ruins o tempo todo no meu cotidiano.

Em resumo, as minhas experiências pregressas (contidas em minhas memórias) pontuam e direcionam meu cérebro para criar meus comportamentos atuais, fazendo com que eu tenha gatilhos automáticos e imediatos para direcionar minhas ações e emoções.

Para tratarmos de forma eficaz a depressão, é necessário modificarmos essas passagens dolorosas e malsucedidas (corrigindo-as nos bancos de memória). E isso só é possível através da Hipnose Clínica. Utilizando a Hipnose, conseguimos percorrer o mesmo caminho que o cérebro faz ao comparar as memórias emocionais, descobrimos quais memórias causam o sintoma e as corrigimos em tempo real, sanando de forma definitiva a memória dolorosa ou traumática.

Sendo assim, quando o cérebro for procurar situações semelhantes com o que vivo agora, ele não irá mais encontrar as passagens dolorosas nos meus bancos de memória, fazendo com que não me sinta triste, frustrado ou culpado com o que irei vivenciar no presente.

Outras abordagens psicoterapêuticas não têm acesso a esse mecanismo de sobrevivência e praticamente agem apenas no córtex e no hipocampo, ou seja, acaba sendo uma abordagem racional para sanar o problema. A grande questão é que esse mecanismo de sobrevivência prioriza a emoção ao invés da razão, fazendo com que abordagens racionais sejam lentas, ineficazes e incertas, dependendo muito mais de um autoconhecimento e superação racional do problema do que ir de forma definitiva na causa emocional.

 

De que forma a Hipnose Clínica pode tratar um transtorno depressivo?

A Hipnose Clínica sempre busca a causa raiz dos sintomas emocionais. A partir do momento que conseguimos acessar as passagens nos bancos de memória emocionais e alterá-los, os eventos dolorosos e traumáticos deixam de existir e, consequentemente, deixam de gerar emoções indesejadas em nosso cotidiano. Literalmente, desligamos emoções através da Hipnose Clínica.

Assim que todos os sintomas emocionais como, por exemplo, tristezas, frustrações, culpas, deixam de existir, a depressão é solucionada.

Em face da melhora emocional, o paciente volta a construir novos comportamentos que geram prazer e aproximação social, o cérebro passa a disponibilizar os hormônios (neurotransmissores) de forma adequada e o transtorno depressivo se torna inexistente e sem a possibilidade de recaída pelos mesmos motivos tratados.

 

Por que o tratamento à base de Hipnose Clínica é mais rápido e tende a ser mais eficaz?

Indo à causa raiz (passagens dolorosas e malsucedidas), obtemos grande precisão e assertividade no tratamento de transtornos mentais passíveis de serem tratados por Hipnose Clínica (desligando os sintomas). O que faz com que os tratamentos sejam ultrabreves e eficazes.

 

 

Terapia de Memória Celular® (TMC®) – Exclusividade Expert Life

A Terapia de Memória Celular®, exclusiva da Expert Life, em média demanda a metade do tempo de tratamentos realizados com Hipnose Clínica convencional. Ou seja, é pelo menos 2 vezes mais rápida que a Hipnose Clínica convencional e que a Hipnoterapia.

Vale ressaltar que a eficiência da Hipnose Clínica e da Hipnoterapia é progressivamente reduzida em proporção a complexidade do transtorno a ser tratado. Entretanto, a Terapia de Memória Celular® mantém elevada e constante a chance de sucesso do tratamento em função da assertividade gerada na busca da causa dos eventos traumáticos ou dolorosos que necessitam ser tratados. Sendo assim, a Terapia de Memória Celular® não reduz sua eficácia diante da complexidade do transtorno a ser tratado, sendo mais rápida, assertiva e eficaz que a Hipnose Clínica convencional e que a Hipnoterapia (baseado em nossa experiência clínica e na comparação da média de resposta e assertividade nos tratamentos efetuados com a Terapia de Memória Celular®, Hipnose Clínica com transe hipnótico e Hipnoterapia com transe hipnótico).

 

Você é único assim como as suas emoções!
E é extremamente importante e especial para nós.
Saiba que será um grande prazer cuidar de você!

Helvecio Guasti Junior

Certificados

  • Associação Nacional dos Terapeutas
  • Milton Erickson Foundation
  • Hypnosis Training Academy
  • Hypnosis Training Academy Gold Member
  • Dr. Alberto Lopes
  • NLP University
  • NLP Comprehensive
  • The International Society of Hypnosis